terça-feira, 21 abril, 2026

O governador ainda tem alguns dias para pensar sobre seu futuro na política. É quase um tudo ou nada. Se ficar no cargo, independente do resultado das eleições, terminará no vácuo, sem cargo, sem perspectivas imediatas, cheio de respostar para dar e sem nenhum foro privilegiado.

Se chegar o dia 4 de abril e o Brandão negar a convocação de Lula para ser candidato ao senado, o que fará o PT? Vai se submeter aos caprichos familiares, diante de uma traição ou vai prestigiar o grupo de companheiros fiéis e cumpridores da missão de ajudar o presidente no senado?

Confiança se conquista e também se perde. Os elementos que escolheram o caminho oposto ao projeto do presidente, devem seguir o caminho árduo dos projetos pessoais, fora do grupo nacional do qual faz parte o PT e tantos outros aliados, dos mais diversos partidos e correntes ideológicas, mas todos firmes nos princípios democráticos.

O vice-governador Felipe Camarão é dos mais fiéis seguidores do grupo que tem à frente o PT e o presidente Lula. É um homem tarimbado na política e na administração. Vem seguindo todos os passos e estratégias montadas pelo grupo do qual faz parte desde a primeira eleição de Flávio Dino, em 2014.

Seria a escolha natural do PT para encabeçar a lista majoritária, cuja construção, pode remontar uma equipe de jovens políticos da linha democrática, seguidores fiéis de Lula e partir par uma disputa sob o comando e a estrutura nacional do grupo.

Dois nomes próximos a Lula são a senadora Eliziane Gama, que teve confirmado, nesta sexta-feira (6), o apoio do presidente nacional do seu partido, o PSD, para disputar a reeleição. O ouro nome é o do deputado Federal, Ministro dos Esportes André Fufuca, cuja atuação o credencia para compor a chapa. A vaga de vice segue para uma composição mais ampla, que pode vir a trazer forças importantes e tornar imbatível a chapa de Lula no Maranhão.

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