terça-feira, 13 janeiro, 2026

A inclusão do nome de Felipe Camarão como prioridade do Partido dos trabalhadores para as eleições de 2026 foi mais um balde de água fria para o projeto familiar do grupo Brandão, assim como foi a humilhante tomada do PSB com um governador liderando o partido no estado em pleno mandato.

Em ambos os episódios o que chama atenção é insistência e a dissimulação falseando informações na tentativa de manter o grupo unido, além é claro da necessidade de influenciar a população através da mídia aliada ao governo de que o seu projeto familiar de poder é o melhor caminho para o Maranhão.

Em outras palavras, o grupo Brandão está imerso numa bolha que vem se alimentando de falsas projeções de seus aliados mais próximos interessados apenas em ter o governador sentado na cadeira para garantir seus projetos pessoais.

Brandão tentou tudo que foi possível, se aproximou de Rueda para tentar uma barganha com Lula, pediu ajuda para Sarney para esse avalizar junto ao presidente o nome do seu sobrinho e ainda sangrou os cofres do estado num pacote de marketing para tentar alavancar o nome do seu sobrinho para ser o novo governador do Estado.

Porém, nada disso deu resultado, perdeu tempo, esticou a corda e ficou num beco sem saída onde deixou claro que a ganância pelo poder encobriu a sua visão da realidade.

Brandão está chegando no fim da linha, ele tem apenas 4 meses ou 1 ano de governo. Se resolver ficar sentado na cadeira terá que conviver com a desconfiança da classe política e com a sombra de uma eleição disputada com 3 nomes competitivos, Eduardo Braide, Lahesio Bonfim e agora Felipe Camarão com a chancela do presidente Lula carimbado como único candidato da esquerda em 2026 no Maranhão.

Já o seu sobrinho Orleans terá o centrão e carregará o peso de representar o familismo político no Estado de mãos dadas com Pedro Lucas, Maura Jorge e seu filho, Iracema Vale com seu filho em Barreirinhas, entre tantos outros herdeiros da política sem nunca terem trabalhado de verdade na vida, apenas heranças e capital político dos pais, nada mais que isso.

1 comentário

  1. Só Felipe Camarão que vive no mundo do ‘Dinossaurismo’ acredita que o PT vai com ele. A legenda demonstra em atos cristalinos que essa candidatura não passa de um balão de ensaio muito mal ‘ensaiado’. Basta olhar todas as pesquisas de intenção de votos que constatam Camarão na rabeira com míseros 8%, quando chega a isso. Ele, o Camarão piticaia, e a sua trupe Carlos, Rodrigo Lula, Márcio Jerry, Júlio Mendonça, Leandro Bello, viúvas de Flávio Dino, tentam emplacar uma narrativa de uma candidatura forte. Na verdade, todos tentam é cooptar o prefeito Eduardo Braide para salvar suas peles.

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