O fiasco do evento de lançamento de Orleans, sobrinho do governador Brandão, realizado em Barra do Corda na semana passada, levou a um movimento desesperado da família que quer se eternizar no poder.
Depois de um ano de uso absurdo e despudorado da máquina pública, com Orleans e seu pai Marcus no comando do Estado, o sobrinho não cresceu nada, como mostram as pesquisas reais de posse do Palácio dos Leões.
Então, em desespero, o governador mandou espalhar que vai ficar até o final do governo em dezembro.
O objetivo é sinalizar aos poucos aliados que a máquina vai continuar a ser usada, para tentar sustentar o insustentável: o delírio de um tio ser sucedido pelo sobrinho.
Essa ideia delirante, parida da cabeça do todo-poderoso Marcus Brandão, nunca aconteceu antes na história do Maranhão.
Enquanto isso, o relógio de Brandão segue em velocidade, levando ao dia fatal em que ele destruirá um grupo vitorioso e jogará fora um mandato de senador, em prol da imposição do seu irmão Marcus.
Brandão, político experiente, sabe aonde isso levará: toda a família sem mandatos a partir de janeiro de 2027, em solidão e expostos ao sol e à chuva.
