Após as eleições, a situação financeira do Maranhão governado pela família Brandão é caótica. Mesmo depois da contratação do empréstimo bilionário, surgem relatos de redução dos serviços nos restaurantes populares e demissões em massa. O cenário aumenta a pressão por explicações sobre o destino dos recursos do empréstimo feito no apagar das luzes e a sua destinação real.
Raspando o tacho ?
Brandão lançou uma campanha de regularização do IPVA, oferecendo 100% de isenção de multas e encargos por atrasos, mas é claro mantendo a cobrança do imposto. A medida é tão duvidosa quanto a contratação do empréstimo, uma vez que, uma “promoção” como essa feita a toque de caixa, deixa claro que o governo quer antecipar receitas e reforçar o caixa estadual antes do encerramento do mandato.
A situação se agrava com relatos de obras paralisadas em diferentes regiões do Maranhão. Máquinas e equipamentos foram recolhidos após a derrota de Orleans Brandão, sobrinho do governador.
A sequência dos acontecimentos provoca questionamentos sobre os motivos das interrupções e o cumprimento dos cronogramas e remete mais uma vez as justificativas dadas pelo governador para a contratação do empréstimo de 1 bilhão e 300 milhões e liberado a exatos 30 dias
Diante desse cenário, o governador Carlos Brandão precisa esclarecer e mostrar os extrato da conta com a devida aplicação do recurso do empréstimo.
A população tem o direito de saber como esses recursos foram utilizados e por que serviços essenciais estariam sofrendo restrições justamente após a derrota do sobrinho do governador.
Pública o extrato Brandão.
