Enquanto o sobrinho Orleans tenta demonstrar simpatia e humildade na passarela do novo marafolia bancado com dinheiro público, Carlos e Larissa Brandão posam em tom de despedida para o último carnaval como governador e primeira-dama do Estado.
O que falamos no podcast dos analistas está de fato acontecendo e é preciso acrescentar que o irmão Marcus não quer esperar nem o quatro de abril para assumir as negociações sedento para ganhar a eleição custe o que custar, até porque já virou questão de sobrevivência para os negócios da família Brandão se manter o poder.
A estratégia é megalomaníaca e com um custo sem precedentes para o Maranhão. Vamos comprar todas as lideranças dos municípios, quem ganhou a eleição, quem ficou em segundo e até em terceiro lugar como é caso de Pinheiro onde colocaram no grupão o ex-prefeito Luciano Genésio sem nem checar os antecedentes criminais do homem que fez um estrago em Pinheiro.
Mas até parece que essas coisas importam para os Brandão não é verdade? Se importasse mesmo eles não andariam a tira colo com Weverton Rocha, Pedro Lucas e tantos outros curiós espalhados por esse Maranhão que sofre na dependência dessas famílias.
Por outro lado, a estratégia do grupo Brandão deixa claro de como sempre funcionou a hierarquia da família, enquanto o pai Marcus é responsável pelos acordos financeiros e corre o trecho, o Carlos é apenas o rosto político do momento enquanto o sobrinho está sendo fabricado para tomar o lugar do governador no palácio dos Leões, e assim usam até o carnaval para manter os negócios da família.
