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Pastor Gil, Detinha e Alan Garcês colocando a política acima da vida

Não causam mais nenhuma estranheza as posições assumidas pelos parlamentares da dita direita maranhense, sejam eles estaduais ou federais.

O último capítulo da insensatez dos deputados “conservadores” do Maranhão foram os votos favoráveis pela soltura de Chiquinho Brazão, que é acusado de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu Motorista Anderson Gomes. Crime esse que teve clara obstrução de membros da polícia civil do Rio de Janeiro caminhando a passos lentos até a entrada da Policia Federal no caso, que foi fechando o cerco até a delação premiada de Ronnie Lessa, que deu detalhes de toda a operação.

Vale ressaltar que pelo menos cinco pessoas envolvidas diretamente foram assassinadas no decorrer das investigações, num claro caso de queima de arquivo, o que, segundo alguns especialistas, levou Lessa a fazer a delação, sua única chance de se manter vivo e a sua família.

Vale ressaltar mais ainda que todos esses assassinatos foram cometidos enquanto Brasão mantinha seu poder e influência agindo livremente em Brasília e no Rio de Janeiro.

Porém o que é mais revoltante, é assistir impotente três parlamentares maranhenses, um pastor, um médico e uma mulher tal qual a vítima Marielle Franco, votarem a favor da soltura de um de um elemento como Brazão, um homem que se manteve impune através do medo e ameaças de um tempo que já não deveria existir mais no Brasil. Mas os ditos conservadores insistem em viver sob a luz diáfana de um passado que causa vergonha a quem defende a vida de verdade.

“Seus, Párias e famiglias” um lema que seria mais apropriado para o momento que vivemos no Brasil.

 

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